sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Digitalização de processos não é economia de palito



Realizado nesta sexta-feira no Plenário do Tribunal do Júri do Fórum de Campo Grande, o primeiro júri popular totalmente digital do País já começa com saldo positivo: economia de pelo menos 2,1 mil páginas de papel. Um avanço em termos de gestão sustentável.

O STJ que ja utiliza papel reciclado desde 2008, decidiu pela digitalização de todos os documentos, descartando o uso de três toneladas de papel por mês.
Segundo o STJ antes de serem descartadas, as petições são digitalizadas e arquivadas eletronicamente. O descarte é regulado pela Resolução n. 1/2009 do STJ, que estabelece um prazo mínimo de 30 dias para o advogado recuperar o original em papel da petição. Em média, as petições ficam entre 30 e 50 dias arquivadas para aumentar a segurança antes do descarte.

Após as petições serem selecionadas e descartadas, elas são encaminhadas para uma empresa de reciclagem. Todos os documentos são imediatamente triturados e doados para uma cooperativa de catadores com a qual o Tribunal tem convênio.

Além do aspecto socioambiental, o descarte também proporciona grande economia de espaço e até a melhoria na segurança por diminuir riscos de incêndio. O Tribunal também já descarta documentos administrativos e autos de processos administrativos.






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